segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bioeste toma posse no CONAMA - Conselho Nacional de Meio Ambiente

Foto by: Jefferson Rudy - MMA

Aconteceu em Brasília, no dia 29 de março de 2011, na sede do Ministério do Meio Ambiente, solenidade de posse das entidades ambientalistas do CNEA - Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas para o biênio 2011 a 2013.

A solenidade foi presidida pela Ministra do Meio Ambiente Isabella Teixeira e contou com a participação das entidades eleitas em suas respectivas regiões, bem como a entidade eleita em nível nacional.

Também estava presente o conselheiro nomeado pela Presidente da República o ilustre Dr. Paulo Nogueira-Neto, primeiro Ministro do Meio Ambiente do Brasil e fundador do CONAMA.

O Instituto Bioeste foi representado pelo Coordenador de Políticas Públicas Daniel Melo Barreto, que também é o 1º suplente da cadeira do CONAMA.

Os conselheiros do Bioeste junto ao CONAMA que representam as entidades ambientalistas do Nordeste são:
Titular: Luiz Antonio Almeida Melo
1º Suplente: Daniel Melo Barreto
2º Suplente: Geovana Maria Cartaxo de Arruda Freira (Instituto Ambiental de Estudos e Assessoria - Ceará)

Os demais conselheiros empossados conforme Portaria do MMA nº 85 de 30 de março de 2011 foram:

I - Região Centro-Oeste:
a) Fundação Pró-Natureza-FUNATURA:
1. Titular: Henrique Brandão Cavalcanti;
2. Suplente: Cesar Victor do Espírito Santo;
3. Suplente: Fábio Vaz Ribeiro de Almeida;
b) Agência Brasileira de Meio Ambiente e Tecnologia da Informação- ECODATA:
1. Titular: Donizete José Tokarski;
2. Suplente: Julio Valente Junior;
3. Suplente: Julio Lizárraga Ramirez;

II - Região Nordeste:
a) Fundação Rio Parnaíba-FURPA:
1. Titular: Francisco Rodrigues Soares;
2. Suplente: Solon Mauro Sales Fagundes;
b) Instituto de Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável do Oeste da Bahia - Instituto BIOESTE:
1. Titular: Luiz Antônio Almeida Melo;
2. Suplente: Daniel Melo Barreto;
3. Suplente: Geovana Maria Cartaxo de Arruda Freire;

III - Região Norte:
a) Associação de Defesa Etnoambiental - KANINDÉ:
1. Titular: Israel Correa do Vale Júnior;
2. Suplente: Edjales Benicio de Brito;
3. Suplente: Sergio Pereira Cruz;
b) Associação SOS Amazônia;
1. Titular:Miguel Scarcello;
2. Suplente:Arthur Cezar Pinheiro Leite;
3. Suplente: Carlos José Esteves Gondim;

IV - Região Sudeste:
a) Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental-PROAM:
1. Titular: Carlos Alberto Hailer Bocuhy;
2. Suplente: Fábio Ribeiro Dib;
3. Suplente: Mauro Frederico Wilken;
b) Organização Ponto Terra;
1. Titular: Ronaldo Vasconcellos Novais;
2. Suplente: Ronaldo Luiz Rezende Malard;
3. Suplente: Homero Brasil Filho;

V - Região Sul:
a) Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais-INGÁ:
1. Titular: Paulo Brack;
b) Associação de Defesa do Meio Ambiente-AMAR:
1. Titular: Zuleica Nycz;
2. Suplente: Rafael Ferreira Filippin;

VI - Âmbito Nacional:
a) Movimento Verde de Paracatu-MOVER:
1. Titular: Antônio Eustáquio Vieira;
2. Suplente: Luiz Ernesto Borges de Mourão Sá; e
3. Suplente: Lisiane Becker.

(Por: Daniel Barreto)

CARTA ABERTA ao Governador do Estado, às demais Autoridades e à População em geral


CARTA ABERTA ao Governador do Estado,  às demais Autoridades e à População em geral

Nós, representantes das entidades ambientalistas e dos movimentos sociais baianos, tornamos pública nossa posição contrária à disposição do governo estadual de subtrair do Conselho Estadual de Meio Ambiente – CEPRAM a competência para avaliar e licenciar os empreendimentos e atividades de grande e excepcional porte, e por isso mesmo capazes de causar significativa degradação ambiental, para transferi-la à decisão exclusiva do Diretor Geral do órgão ambiental, que será criado, a partir da fusão de dois outros já existentes – o IMA e o INGÁ.
 Foi exatamente isso o que o Secretário de Meio Ambiente, Sr. Eugênio Spengler, anunciou na reunião  conjunta do CEPRAM/CONERH, realizada no dia 18 de março p. passado.
Tal proposta atropela o histórico de décadas de crescimento e participação das entidades civis na política ambiental do Estado, particularmente as que fizeram incluir no CEPRAM, com igual número de membros do Poder Público, os representantes da sociedade civil e do setor produtivo - que o Governo agora pretende modificar. Ou seja, pelo anunciado projeto do Governo, deixaria de existir o atual controle democrático e preventivo da sociedade sobre empreendimentos e atividades ambientalmente problemáticos para prevalecer apenas o critério monocrático de um dirigente estadual, que não estará a salvo das conhecidas influências que cercam tais decisões.
Se prosperar essa proposta, as conquistas da sociedade na área ambiental sofrerão inédito retrocesso, já que os empreendimentos e atividades sujeitos ao licenciamento do CEPRAM passam por esse controle justamente pelos relevantes prejuízos que podem causar ao patrimônio natural, social e cultural.  
O meio ambiente ecologicamente equilibrado é direito indisponível de toda a sociedade (que afinal é quem conviverá com as conseqüências do que for licenciado na área ambiental) e, portanto os empreendimentos e atividades capazes de prejudicar esse direito não podem ficar a mercê do critério exclusivo de um único representante do Estado. Ainda mais, se levado em conta que esse controle social foi conquistado através de Emenda Popular, incluída no Capítulo de Meio Ambiente da Constituição Estadual e confirmada por memorável decisão judicial, na década de 1990, contra lei arbitrária, que pretendia anular essa conquista.  As forças que hoje governam o Estado devem considerar que seu papel é o de compartir com a sociedade a regulação e controle dos assuntos de interesse geral – e não tomar para si seu exclusivo controle.  
Este é um aspecto da proposta de mudança da lei estadual de meio ambiente que está preocupando bastante o movimento social.  Para uma avaliação mais aprofundada do que está se propondo, seria necessário o conhecimento integral do projeto de lei, que até o momento não foi tornado público.      
Firmados nesses princípios e premissas, solicitamos ao Governador JAQUES WAGNER :
1-      Que sejam retiradas do Projeto de Lei que o Governo pretende encaminhar à Assembléia Legislativa, para a área ambiental, todas as propostas de mudança que venham ameaçar o controle e a ampla participação social nos processos decisórios de licenciamento.
2-      Que seja mantido o caráter consultivo, normativo, deliberativo e recursal do CEPRAM, com sua composição tripartite e paritária e sua competência licenciatória, tal como definido na legislação vigente.
3-      Que, previamente ao envio à Assembléia Legislativa, seja disponibilizado ao conhecimento e discussão da sociedade o Projeto de Lei, em que o Governo propõe mudanças na área ambiental.
4-      Que o CEPRAM se reúna tantas vezes quantas forem necessárias para que também sejam discutidas as Políticas Ambientais e a melhoria na Gestão Ambiental do Estado.
5-      Que se torne efetiva a fiscalização do cumprimento dos condicionantes estabelecidos para a validade das licenças ambientais, fazendo assim valer o entendimento do real significado de desenvolvimento sustentável.
6-      Que a Política Ambiental do Estado seja marcada por uma maior transparência, quanto às informações e que possibilite maior contribuição da sociedade, quanto às proposições sobre o que lhe diz respeito.

Finalmente, lembramos que a legislação ambiental é fruto e conseqüência dos avanços da sociedade, com seus saberes locais e regionais, e por este motivo deverá ser mais duradoura do que os governos que transitoriamente ocupam o poder e por isso devem procurar sintonia com os anseios da sociedade como um todo.

As entidades signatárias esperam sensibilidade democrática e bom senso de seus governantes e  em defesa do Direito de Participação e do Controle Social, nos assuntos de seu interesse, assinam a presente Carta Aberta.

Salvador,  29 de março de 2011.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sociedade civil elege representantes no Conama (Bioeste representa o Nordeste)

Foto by: Jefferson Rudy



As onze entidades ambientalistas que terão assento no Conselho para o mandato 2011/2013 tomam posse em 30 de março. Prazo para recursos vai até 16 de fevereiro.

04/02/2011

O Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) elegeu nesta sexta-feira (04/02), pelo voto de 270 organizações da sociedade civil de todo o País, dez representantes regionais e o nacional para o mandato 2011/2013. O resultado final será homologado no dia 16 de fevereiro, quando termina o prazo para a interposição de recursos ao pleito, caso ocorram. A posse dos novos conselheiros será no dia 30 de março, durante a primeira reunião plenária do ano.

Os representantes eleitos pelo Centro Oeste foram a Fundação Pró Natureza (Funatura) e a Ecodata. Pela região sul elegeram-se Inga (Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais) e AAr (Associação de Defesa do Meio Ambiente de Araucária). O Nordeste será representado pela Furpa (Fundação Rio Parnaíba e Bioeste), Instituto de Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável no Oeste da Bahia. SOS Amazônia e Kanidê (Associação de Defesa Etnoambiental) ganharam pela Região Norte e pela Sudeste foram eleitos o Proam (Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental) e Organização Ponto Terra. A representação nacional será da ONG Movimento Verde de Paracatu (Mover).

A apuração dos votos foi na sede Conama, em Brasília, transmitida em tempo real pela Internet e contou com a presença de representantes do MMA e de organizações não-governamentais.

A secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Samyra Crespo, abriu a reunião ressaltando o papel dos representantes da sociedade civil no Conselho. "É uma bancada muito importante, com responsabilidades grandes". Ela pediu "entusiasmo e compromisso" no tratamento da pauta do Conama.

"Temos pela frente novos desafios nos próximos dois anos", alertou Samyra. Ela ressaltou o papel da banca ambientalista no Colegiado, chamando a atenção para participação social nas decisões envolvendo o meio ambiente e a sustentabilidade. Segundo ela, o Conama está revitalizado pelo processo eleitoral, que assegura a participação da sociedade civil organizada na execução da política ambiental brasileira. "É uma grande esperança para que tenhamos cada vez mais, em nosso país, as políticas ambientais não só acordadas pelos dirigentes das instituições, mas também pela base da sociedade".

Candidataram-se às eleições do Conselho 31 organizações não governamentais. A eleição teve a participação de mais de 50% das entidades inscritas no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas, o CNEA, do Ministério do Meio Ambiente. No total, participaram 270 eleitores, sendo 41 pelo correio e 230 pelo sistema eletrônico. O total de votos brancos e nulos ficou em torno de 10%.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Eleições CONAMA 2011-2013

ELEIÇÕES AO CONAMA 2011-2013

Instituto Bioeste – Instituto de Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável do Oeste da Bahia

O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA tem como principal atribuição à deliberação sobre a política ambiental brasileira.  Desta forma, todas as ONGs brasileiras, registradas no Cadastro Nacional das Entidades Ambientalistas (CNEA), tem até o dia 05 de fevereiro para eleger onze representantes, bem como uma ONG de abrangência nacional, para compor o Plenário do CONAMA, para o mandato 2011-2013.
Cada região geográfica do Brasil elegerá dois representantes, e o Instituto Bioeste é um dos candidatos para a região nordeste, junto com outras três entidades.

O Instituto Bioeste, vem assumir o compromisso de representar as entidades ambientalistas da região nordeste junto ao CONAMA, entendendo que o momento exige fortalecimento na luta ecológica. Para tanto, o estabelecimento de uma relação entre o governo e ONG’s, baseado na preservação da biodiversidade e no desenvolvimento sustentável são alguns desafios que se apresentam para os representantes no CONAMA dos mandatos 2011-2013.

Nosso compromisso é com uma luta ecológica mais ampla, que não está exclusivamente centrada nos colegiados ambientais, fundada na aproximação da ecologia política com as demais lutas sociais e pelos direitos humanos, mantendo uma relação estreita, transparente e permanente relação com a região nordeste.

Nossa entidade considera graves as diversas tentativas de setores econômicos, governamentais e do parlamento, no que toca o enfraquecimento dos mecanismos legais de proteção ao Meio Ambiente, o que também se reflete em reduzir o papel fundamental do CONAMA dentro do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA).

O Instituto Bioeste lutará no CONAMA, juntamente com outras entidades ambientalistas,  para que o art. 225 da Constituição da Republica Federativa do Brasil seja cumprido em sua integra, buscando o fortalecimento dos órgãos ambientais, e a não fragmentação dos mesmos, por puros interesses setoriais.

Vamos reivindicar a não permissão de que os projetos/obras sem estudos de viabilidade e licenças ambientais não façam parte de programas governamentais.

Vamos continuar lutando pela transparência das ações realizadas pelo CONAMA, requerendo sempre a divulgação ampla e irrestrita de suas atas, facilitando assim todo o acompanhamento das ações por parte da sociedade civil.

Barreiras, 27 de janeiro de 2011

Benito Fernandes Mera
Diretor Presidente

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Atividades em 2010 do Instituto Bioeste

Bioeste faz balanço de atividades e também planeja novas atividades pra 2011

Com aproximação do final de ano, o Instituto Bioeste faz um balanço das atividades realizadas durante o ano, além do planejamento para o ano seguinte. Em entrevista a bióloga e coordenadora de Áreas Protegidas, Aryanne Amaral, juntamente com o jornalista e coordenador de Comunicação, Hebert Regis, revelam aos ouvintes do programa Fala Cerrado, o que foi feito no Bioeste no decorrer do ano, destacam os principais projetos executados e os resultados obtidos.

O Bioeste possui diferentes áreas de atuação como Educação Ambiental, Políticas Públicas, Gestão e Planejamento Ambiental, Sistemas Agroflorestais, Áreas Protegidas e Comunicação, que na verdade funcionam interligadas, o que favorece o sucesso dos projetos.

Na Seção Cerrado, conheça o porco-do-mato, conhecido também como queixada ou queixo-branco, animal que quando se sente ameaçado, exala um forte odor, arrepia os pelos e bate os dentes emitindo um som característico. Em Dicas de Sustentabilidade, aprenda como ser sustentável no banheiro e no Fique por Dentro, saiba mais do projeto Pedalusp, que é o compartilhamento de bicicletas dentro do campus da USP.

Tema: Balanço de atividades Bioeste

Exibição: 18/12/2010

Entrevista: Aryanne Amaral, coordenadora de Áreas Protegidas e Hebert Regis, coordenador de Comunicação

Realização: Instituto Bioeste

Link: http://www.4shared.com/audio/ObxrrkID/PROGRAMA_SOBRE_BALANO_ATIVIDAD.html

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Estudo aponta desmatamento no Anel da Soja nos últimos 20 anos

Paisagem do Anel da Soja se transformou com a implementação do agronegócio na região oeste da Bahia

mapa_class_09

O Anel da Soja é formado por quatro municípios: Formosa do Rio Preto, Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e Riachão das Neves. Corresponde a um total de aproximadamente 367 mil hectares. Uma das áreas mais produtivas da região. Originalmente, quase a totalidade da área era recoberta pelo Cerrado, com mata ciliar e veredas ocupando os fundos dos vales.

Com a ocupação e implementação do agronegócio, a paisagem mudou, onde havia a típica vegetação do cerrado, atualmente estão as grandes propriedades produtoras de grãos e os pivôs completando o cenário local.

Um estudo feito pelos estudantes Uelinton Basílio e Samara de Souza, visa quantificar o desaparecimento da vegetação natural do Cerrado, num período de 20 anos e apontar os malefícios da falta dos corredores ecológicos na região. O Fala Cerrado entrevistou Uelinton Basilio para saber mais sobre essa análise.

E ainda, no quadro Dicas de Sustentabilidade, saiba como sua atitude pode influenciar outras pessoas próximas a terem iniciativas em defesa do meio ambiente. No Fique por Dentro, os perigos que as baratas oferecem aos seres humanos e na Seção Cerrado, conheça o papagaio-galego que corre risco de extinção, devido à escassez de áreas do Cerrado.

Tema: Desmatamento no Anel da Soja

Exibição: 11/12/2010

Entrevista: Uelinton Basilio, acadêmico de Geografia da UFBA e estagiário de Planejamento e Gestão Ambiental do Instituto Bioeste.

Realização: Instituto Bioeste

Link:http://www.4shared.com/audio/wfBQu0R-/PROGRAMA_SOBRE_DESMATAMENTO_NO.html

Oficina de Fotografia "A Recriação do Olhar sobre o Cerrado Baiano"

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Depósitos de águas subterrâneas garantem a vazão dos rios

De toda chuva que cai, 70% dessa água, se infiltra no subsolo formando os depósitos subterrâneos e abastecem rios, riachos e mares

DSC04098

A água é um bem natural valioso e finito. Alguns países já enfrentam dificuldades em abastecer a população com água potável, pois de toda água existente no planeta, uma parte é salgada e se encontra nos mares, outra esta congelada nas calotas polares, o restante, que não chega nem a 3%, encontra-se nos rios, riachos, lagos e a grande concentração em depósitos subterrâneos.

De toda água da chuva que se precipita, entre 30% a 40% escoa para os rios e riachos, 60% ou 70% se infiltra para debaixo da terra, o que regulariza a vazão dos rios, distribuindo-a ao longo de todo o ano, evitando, assim, os fluxos repentinos, que provocam inundações.

Para falar mais sobre as águas subterrâneas, o Fala Cerrado entrevistou a especialista em recursos hídricos e presidente do Comitê da Bacia do Rio Grande, Joana Luz, que entre outros assuntos, nos revela os potenciais causadores de poluição dessas águas. E ainda o Fique por Dentro sobre Ibotirama, a cidade conhecida por sua hospitalidade e alegria de seus habitantes, na Seção Cerrado conheça as propriedades do jatobá e nas Dicas de Sustentabilidade, aprenda ser sustentável na cozinha, desde a compra até ao consumo de alimentos.

Tema: Águas subterrâneas

Exibição: 04/12/2010

Entrevista: Joana Angélica Luz, Presidente do Comitê da Bacia do Rio Grande

Realização: Instituto Bioeste

Link: http://www.4shared.com/audio/UXNjtrCo/PROGRAMA_SOBRE_GUAS_SUBTERRNEA.html

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Programa Produzir e Conservar foca na recuperação florestal do oeste da Bahia

A partir do mapeamento de três sub-bacias do rio Grande (rios Preto, Ondas e Branco) no Oeste baiano, especialistas do Instituto Bioeste e Conservação Internacional - por meio do Programa Produzir e Conservar, que possui o apoio da Monsanto - elaboraram estratégias de inserção para cada uma delas. Os focos adotados foram o planejamento do uso do solo, em conjunto com os proprietários nas sub-bacias em boas condições de cobertura florestal nativa - como a do rio Preto -, e ações de reflorestamento focando preferencialmente na recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs), com mudas produzidas por comunidades locais e em raio de atuação determinado por planos de negócio específicos.
 


Área degradada onde o Bioeste elaborou plano de recuperação - Foto: Claúdio Foleto


O estabelecimento de novas parcerias com produtores e comunidades rurais locais também marcou o segundo ano do programa no Oeste da Bahia. Como resultado da conscientização sobre a importância e os benefícios advindos da adequação ambiental e da adoção de melhores práticas no uso do solo, dois grandes produtores, proprietários de uma área total de 10.107 hectares (equivalente a aproximadamente 14 mil campos de futebol) em Luis Eduardo Magalhães (BA), aderiram formalmente ao projeto no segundo ano. Foram elaborados Planos de Recuperação de Áreas Degradadas específicos para essas propriedades, o que deve estimular o mesmo processo em áreas vizinhas.


Foto: Aryanne Amaral

“Essas parcerias são fundamentais para a expansão e o sucesso do projeto no campo, na medida em que atendem às necessidades técnicas e às demandas por informações por parte dos proprietários que desejam adequar seus planos de uso da terra, prevendo a adequação ambiental de suas áreas”, informa Benito Fernandez Mera, diretor-presidente do Instituto Bioeste.

Na avaliação da gerente de sustentabilidade da Monsanto, como a empresa está em contato direto com proprietários rurais, torna-se uma aliada natural na conservação da biodiversidade, especialidade da Conservação Internacional e do Bioeste. “Trabalhando juntos, estimulamos mudanças positivas e influenciamos a aplicação de melhores práticas ambientais ao longo da cadeia agrícola”, afirma Gabriela Burian.

As comunidades do Oeste baiano também foram sensibilizadas por meio de oficinas de capacitação em comunicação organizadas pelo Instituto Bioeste, com o apoio da CI-Brasil. Em Barreiras, foram produzidos quatro vídeos ambientais com os temas acessibilidade, agricultura familiar, poluição de rios e devolução das embalagens de defensivos agrícolas. Os vídeos, disponíveis no YouTube (http://www.youtube.com/user/hebert12mais#p/a), também são utilizados pelo Bioeste em atividades de educação e conscientização ambiental na região.


Estudantes visitam exposição fotográfica em Formosa do Rio Preto - Foto: Hebert Regis

Para a disseminação de informações e resultados, e na busca pela replicabilidade do projeto, também foi realizada uma oficina de fotografia de cinco dias, com 18 participantes, que incluiu uma expedição fotográfica nos cinco principais municípios da região. A oficina gerou um acervo de mais de sete mil fotos, sendo que 50 delas compõem a exposição fotográfica “A recriação do olhar sobre o Cerrado baiano”. A mostra, que estreou em Salvador em setembro e já percorreu as cidades de Camaçari, Barreiras, São Desidério e Santa Rita de Cássia, na Bahia, e Mogi das Cruzes, em São Paulo, permanece itinerante até o final do ano e ainda será apresentada nos municípios de Luis Eduardo Magalhães e Formosa do Rio Preto, no Oeste baiano. Junto com a mostra estão sendo treinados professores das escolas municipais locais para estimulá-los a levarem seus alunos e instigar novas iniciativas e oportunidades de educação ambiental.




Programa Produzir e Conservar comemora dois anos de atividades voltadas à conservação de áreas de Mata Atlântica e Cerrado


  O programa Produzir e Conservar, desenvolvido em parceria pela Monsanto e a Conservação Internacional (CI-Brasil), encerra o segundo ano com avanços positivos na agenda político-institucional, nas ações de campo e nas articulações com os produtores rurais. O período foi marcado pela implantação gradativa das atividades previstas para os chamados Corredores de Biodiversidade Jalapão-Oeste da Bahia, no Cerrado, e do Nordeste, na Mata Atlântica, visando criar as bases para que os objetivos de médio e longo prazos da parceria - extinção zero, desmatamento ilegal zero, cumprimento da legislação ambiental na cadeia agropecuária e reestruturação da política de sustentabilidade da Monsanto - possam ser alcançados. O investimento total é de US$ 13 milhões em um período de cinco anos, dividido de forma equitativa entre as duas organizações (cada uma contribuirá com US$ 6,5 milhões ao longo do programa).

 

“Estamos desenvolvendo ações que visam garantir a sustentabilidade nas paisagens produtivas, com a utilização de boas práticas no uso do solo e a salvaguarda de reservas legais e áreas de proteção permanente conforme prevê a legislação ambiental vigente, evitando o desmatamento ilegal e a extinção de espécies. Essas estratégias se consolidam por meio de ações de capacitação, articulação, informação, sensibilização, adequação e restauração ambiental, que contam com o importante envolvimento de funcionários da Monsanto, agricultores, instituições parceiras e sociedade civil nas regiões-foco do projeto”, afirma Fábio Scarano, diretor-executivo da CI-Brasil.
 

Gabriela Burian, gerente de sustentabilidade da Monsanto do Brasil, explica que “a interação entre os profissionais da nossa empresa e os líderes da CI fortaleceu a compreensão e a implementação do Compromisso Global da Monsanto que é desenvolver tecnologias que possam produzir mais, conservando recursos naturais e melhorando a qualidade de vida de quem produz e consome o que vem da terra”.
As iniciativas implementadas no Cerrado baiano e na Mata Atlântica nordestina contam com o apoio dos parceiros locais: Instituto de Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável do Oeste da Bahia (Bioeste), Associação para Proteção da Mata Atlântica do Nordeste (Amane) e Centro de Pesquisas Ambientais do Nordeste (Cepan).

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Reflorestar áreas degradadas garante lucro

Mercado de carbono movimenta economia de muitos países

Devido a ação desenfreada do homem, com a queima de combustíveis fósseis, atividades industriais e uso de fertilizantes, resultaram na emissão de certos gases na atmosfera, conhecidos popularmente como gases de efeito estufa e que provocam a retenção de calor e aquecimento da superfície da terra, ou seja favorecem o aquecimento global.

Para reduzir a concentração dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera, foi criado em 1997, o Protocolo de Quioto. Esse acordo internacional foi assinado por representantes de mais de 160 países, caso seja impossível atingir as metas estabelecidas de redução de co2, esses países poderão comprar créditos de carbono. Configurando o que popularmente conhecemos como mercado de carbono.

O Fala Cerrado entrevistou o coordenador de carbono florestal da The Nature Conservancy – TNC, Gilberto Tiepolo, para esclarecer nossos ouvintes sobre o mercado de carbono. Na Seção Cerrado saiba mais do mico ou sagui, que possui a cauda maior que o corpo e serve para dar equilíbrio, nas Dicas de Sustentabilidade aprenda como usar seu carro de maneira que não contribua para emissão de mais gases na atmosfera. No Fique por Dentro acompanhe as dificuldades da implantação dos aterros sanitários em substituição aos lixões.

Tema: Mercado de carbono

Exibição: 27/11/2010

Entrevista: Gilberto Tiepolo, coordenador de carbono florestal da The Nature Conservancy - TNC

Realização: Instituto Bioeste

Link:http://www.4shared.com/audio/4uUIRBy0/PROGRAMA_SOBRE_MERCADO_DE_CARB.html

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Bioeste participa da XIII Mostra de Conhecimento – Ecologia Integral: princípio de uma sociedade sustentável do Centro Educacional Sagrado Coração de Jesus






No dia 16 de novembro de 2010, aconteceu no Centro Educacional Sagrado Coração de Jesus a XIII Mostra de Conhecimento – Ecologia Integral: princípio de uma sociedade sustentável, na qual os alunos prepararam oficinas, palestras, jogos que mostravam a importância de se preservar o meio ambiente com sustentabilidade.

Alguns trabalhos se destacaram na XIII Mostra de Conhecimento, como a oficina de sabão feito de óleo de fritura usado; a de fogão solar; as de reciclagem, entre outras.




O Instituto Bioeste participou com a Exposição Fotográfica Riquezas e Ameaças do Cerrado, que é dividida em cinco eixos: Flora, Fauna, Potencial Turístico, Povos do Cerrado e Ameaças.







A exposição fotográfica foi vista por mais de 100 alunos do Centro Educacional Sagrado Coração de Jesus e de outras escolas que foram prestigiar a Mostra.






O Instituto Bioeste também foi tema de trabalho apresentado pelos alunos Ana Carolina, Annah, Julia e Lucas, todos da 8ª séria que explicavam para as pessoas como funciona o Bioeste, suas áreas de atuação e o que o mesmo vêm desenvolvendo na região.


Regularização ambiental das propriedades rurais

Promove recuperação, recomposição ou manutenção das áreas de preservação permanente

Uma propriedade rural deve cumprir algumas obrigações legais, bem como a tomada de medidas preventivas quanto a sua utilização que, caso não atendidas, podem culminar com a aplicação de multas, responsabilização legal, civil e penal e até mesmo a perda da propriedade.

Quando essa propriedade esta regularizada ambientalmente, significa que será feito o uso sustentável dos recursos naturais, propiciará a conservação e reabilitação dos processos ecológicos, a conservação da biodiversidade e fornecerá abrigo e proteção de fauna e flora nativas.

O Fala Cerrado entrevistou o diretor da Conservação Internacional – CI Brasil, Valmir Ortega, para saber mais sobre regularização ambiental das propriedades rurais. Na Seção Cerrado conheça o teiú, que procura alimento com auxílio da língua comprida e dividida em duas partes. No Fique por Dentro saiba como ter uma área verde em casa, mesmo que o espaço seja reduzido e nas Dicas de Sustentabilidade inovações para a cerimônia de casamento se tornar sustentável e inesquecível.

Tema: Regularização ambiental das propriedades rurais

Exibição: 20/11/2010

Entrevista: Valmir Ortega, Conservação Internacional (CI-Brasil)

Realização: Instituto Bioeste

Link:

http://www.4shared.com/audio/gq4N3-VN/PROGRAMA_SOBRE_REGULARIZAO_AMB.html

CLA_3119 Texto: Luciana Roque/ASCOM

Imagem: Claudio Foleto