segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Gambá-de-orelha-branca

Conhecido também como saruê, ele tem pêlos longos e grossos, possui a coloração preta, com as extremidades brancas que dão o aspecto de acinzentado ou grisalho. Sua cabeça é grande com uma listra negra ao centro que quase chega ao focinho alongado e rosado, seu ventre tem uma cor clara e como o próprio nome popular já descreve, essa espécie tem orelhas brancas.

Seu habitat é o Cerrado e o Pantanal. Costuma se refugiar em ocos de árvores, matas e também é encontrado com frequência em áreas abertas e mesmo em áreas urbanas. É uma espécie de hábito noturno e para se defender exala um odor forte e pouco agradável ao olfato.

É onívoro, ou seja, come de tudo e em locais urbanos pode alimentar-se de aves domésticas como galinhas e de resíduos sólidos orgânicos.

A fêmea tem 13 mamas, sua gestação dura 12 a 14 dias e produz de quatro a doze filhotes.

No Cerrado pode ser encontrado em áreas de mata ciliar, mata seca, cerradão, sendo muito comum em áreas urbanas e em pequenas matinhas em torno de nascentes, podendo inclusive se reproduzir nos quintais das residências. Por se encontrar em áreas urbanas e conviver tão próximo à população, sua maior ameaça é justamente ser morto pelo homem.

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Pata-de-vaca é empregada na arborização urbana

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A pata de vaca pode chegar a seis metros de altura, tem copa frondosa, bonita e que, em determinada época do ano, lança flores brancas ou rosas que são muito parecidas com orquídeas.

A pata-de-vaca possui várias espécies distribuídas em quase todo território brasileiro e muitas delas são muito parecidas entre si. O que caracteriza as plantas deste gênero é o formato de suas folhas, que se parece muito com uma pata ou unha de vaca. Se por uma lado esta característica torna fácil a identificação destas plantas, por outro gera uma confusão enorme, pois para a população todas estas espécies recebem o mesmo nome popular "pata-de-vaca", mas a composição química e consequentemente suas ações terapêuticas não são as mesmas, podendo levar a resultados frustrantes no tratamento.

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Já foi muito estudada por pesquisadores e o que foi confirmado é sua ação para o controle da diabetes. Não se conhece muito bem como é a ação desta planta em nível fisiológico, mas o pouco que já se conhece permite colocá-la como um grande medicamento da flora brasileira.

Um grave problema que poderia acontecer seria a troca de plantas, ou seja, a pessoa utilizar a pata-de-vaca empregada na arborização urbana pensando que é a espécie medicinal.

Importante é que as pessoas não abandonem seu tratamento convencional da diabetes e passe a usar a pata-de-vaca de uma forma descontrolada, pois isso pode levar a problemas. É necessário conversar com o médico para ver se há possibilidade de complementar o tratamento convencional com o caseiro.

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Por dentro das comunidades tradicionais do Cerrado

Fala Cerrado conta as origens dos povos geraizeiros, como são conhecidas as comunidades tradicionais do Cerrado

IMG_7891 Foto: Virgília Vieira

Os Geraizeiros são povos que se localizam no bioma cerrado. O nome vem da denominação gerais, ou seja, planaltos, encostas e vales das regiões de cerrado. Em sua maioria são indígenas, quilombolas, ribeirinhos, sertanejos e vazanteiros. O processo de urbanização e a produção agropecuária, notadamente após o desenvolvimento de tecnologias de produção em larga escala, vêm transformando rapidamente as paisagens do bioma Cerrado. A situação do bioma e de suas populações mostra-se um grande e complicado conjunto de interações, interesses, desafios e possibilidades.

Gerar renda e demonstrar a viabilidade do desenvolvimento sustentável no Cerrado são desafios que podem funcionar, aliando o conhecimento das comunidades tradicionais que habitam o Cerrado há séculos, às tecnologias disponíveis atualmente, voltadas para as demandas socioambientais reais. O Fala Cerrado entrevistou Martin Mayer, da Agência 10envolvimento, que revela como vivem essas comunidades.

Ouça ainda o Fique por dentro, que tenta desvendar as etiquetas das roupas na hora lavar as peça. Na Seção Cerrado conheça a pata-de-vaca, usada em arborização e também a espécie medicinal e nas Dicas de Sustentabilidade, três indústrias de designe coreanas desenvolveram um tipo de saco especial que armazena alimentos e pode ser utilizado pra purificar água nos países pobres e sem água tratada.

Tema: Comunidades tradicionais do Cerrado

Exibição: 25/09/2010

Entrevista: Martin Mayer, Agência 10envolvimento

Realização: Instituto Bioeste

Link: http://www.4shared.com/audio/dlo4Mv5t/PROGRAMA_SOBRE_COMUNIDADES_TRA.html

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Bioeste promove debate acerca da sustentabilidade no agronegócio

Serão 11 palestras, que debatem temas como mercado de carbono, remuneração pela produção de água, e fiscalização ambiental de propriedades rurais. Organização pretende reunir cerca de 150 pessoas

Barreiras, 22 de setembro de 2010 - Como uma forma de mobilizar os profissionais da cadeia do agronegócio a se preocuparem com a biodiversidade do cerrado da região, o Instituto Bioeste promove no dia 21 de outubro mais uma edição do Seminário de Sustentabilidade Ambiental no  Agronegócio do Oeste da Bahia, no auditório do Hotel Solar Rio de Pedras, em Luis Eduardo Magalhães. A organização espera 150 pessoas, dentre produtores rurais, engenheiros agrônomos, e florestais, biólogos, e estudantes em geral.

Ancorado nos eixos temáticos – sustentabilidade, pagamento por serviços ambientais, regularização e adequação ambiental – o evento vai trazer 11 palestrantes à região para debater os impactos e as soluções do agronegócio no meio ambiente. Dentre os nomes já confirmados estão: Valmir Ortega, diretor do programa cerrado pantanal da Conservação Internacional Brasil, Daniela Mariuzzo, gerente de responsabilidade socioambiental do Rabobank, e Rodrigo Nogueira, gerente de sustentabilidade do Banco do Brasil.

O organizador do evento, Benito Fernandez Mera, afirma que o seminário pretende nesta edição consolidar a conservação da biodiversidade junto aos produtores e à cadeia do agronegócio da região. “É uma necessidade de mercado que a própria cadeia do agronegócio reformule as suas estratégias de atuação, e comecem a perceber a conservação do cerrado como importante para o próprio negócio”, afirma.

Serviço:

Evento: II Seminário de Sustentabilidade no Agronegócio do Oeste da Bahia

Data: 21 de outubro de 2010

Local: Auditório do Hotel Solar Rio de Pedras – Luis Eduardo Magalhães

Informações e inscrições: www.bioeste.org.br ou (77) 3611 7173

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     Foto: Claudio Foleto

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Entenda do que se trata a PEC – Cerrado e Caatinga

Programa Fala Cerrado traz as discussões que envolvem esse Projeto de Emenda à Constituição

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                                                                                                                                                         Foto: Adriano Gambarini

O Cerrado, considerado a savana com a flora mais rica no mundo, estão cerca de 5% de toda a biodiversidade do planeta. O segundo maior bioma do Brasil tem também grande importância social, pois muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, comunidades quilombolas e povos tradicionais que, juntos, detêm conhecimento de sua biodiversidade. A Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro, ocupa cerca de 11% do território do país. De todas as regiões semi-áridas do planeta, é a mais rica em biodiversidade, com muitas espécies endêmicas. Além disso, tem grande potencial para o uso sustentável da sua biodiversidade.

Os biomas Cerrado e Caatinga podem se tornar patrimônio nacional. A emenda à Constituição conhecida como PEC Cerrado e Caatinga, poderá conferir o título aos dois biomas, bem como assegurar que a utilização dos mesmos seja feita dentro de condições que assegurem a preservação de seus ecossistemas e recursos naturais. As duas regiões compõem aproximadamente 1/3 do território nacional.

O Fala Cerrado entrevistou o professor da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Júlio Rocha, para esclarecer sobre a PEC – Cerrado e Caatinga, também como esta o processo de aprovação. O programa traz ainda Dicas de Sustentabilidade para economizar água nas residências, os malefícios para quem fuma socialmente no Fique por Dentro. Na Seção Cerrado, conheça a paca. Confira!

Tema: PEC – Cerrado e Caatinga

Exibição: 18/09/2010

Entrevista: Júlio Rocha, professor da Universidade do Estado da Bahia - UNEB

Realização: Instituto Bioeste

Link: http://www.4shared.com/audio/OGUYCPCr/PROGRAMA_SOBRE_PEC_CERRADO_E_C.html

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Conheça uma forma rápida e prática de economizar água em casa

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Você sabe se suas torneiras têm arejador? Um arejador é um acessório para torneiras e chuveiros que tem a função de misturar ar à água, dando a sensação de maior volume. Assim, quanto maior a pressão, maior será a economia de água, que pode ser de 25% a 50%.

Dados do relatório do Instituto Socioambiental (ISA) mostram que, diariamente, as capitais brasileiras, juntas, desperdiçam cerca de 2,5 milhões de litros de água, o que equivale ao abastecimento de 38 milhões de pessoas. Um dos principais motivos dessa perda deve-se ao consumo doméstico, que, atualmente, demanda mais de 140 litros per capita, aproximadamente 30 litros acima do recomendado pela ONU. Torneiras tradicionais chegam a liberar 20 litros por minuto.

Se suas torneiras não tem arejadores, dependendo do modelo e marca de torneiras que você tenha, não é necessário trocar de torneira. É possível simplesmente incluir um arejador independente. Para instalar os equipamentos, dispense o encanador. Basta rosquear os arejadores nos bicos das torneiras e pronto. Mas atenção, os dois produtos devem ser da mesma marca ou serem compatíveis. Basta procurar em casas de materiais de construção ou lojas de louças sanitárias.

 

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                                                                                                   torneira com arejador

Torneira com arejador

Fala Cerrado traz um resumo das atividades do VI Seminário do Cerrado

Palestras e mesas-redondas, temas do VI Seminário do Cerrado, nas ondas do rádio por meio do programa Fala Cerrado a todos que não puderam comparecer ao evento

Nos dias 08 e 09 de setembro no Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho, foram realizadas palestras e mesas-redondas sobre a biodiversidade do Cerrado, no VI Seminário do Cerrado, promovido numa parceria entre o Instituto Bioeste, Agência 10envolvimento, Secretaria Municipal de Educação de Barreiras e Universidade Estadual da Bahia – UNEB.

Dentre os temas debatidos estava a PEC Cerrado e Caatinga, para tornar esses biomas patrimônio nacional, Artesanato Sustentável, Desenvolvimento Agrícola e Populações Tradicionais do Cerrado, Regularização Ambiental dos Imóveis Rurais, também sobre Saneamento in situ e o Aquífero Urucuia. No dia 10, sexta-feira, foi a vez dos mini-cursos no campus IX da UNEB e o encerramento foi na Praça Castro Alves o dia todo de sábado, com programação artística e cultural.

O Fala Cerrado desta semana traz trechos das entrevistas feitas durante o evento e que serão posteriormente tratadas com mais detalhes em outros programas, diante da importância de cada um deles. O programa traz ainda Dicas de Sustentabilidade para economizar água nas residências, os malefícios para quem fuma socialmente no Fique por Dentro. Na Seção Cerrado, conheça a paca. Confira!

Tema: Resumão do VI Seminário do Cerrado

Exibição: 11/09/2010

Entrevista: Palestrantes do VI Seminário do Cerrado

Realização: Instituto Bioeste

Link: http://www.4shared.com/audio/Rn89t3rV/PROGRAMA_SOBRE_RESUMO_DO_VI_SE.html

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terça-feira, 14 de setembro de 2010

Educação Ambiental nas escolas do município

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Imagens: Luciana Roque

 

Foi protocolada pelo vereador Daniel Fernandes, conhecido como Bispo Daniel, o projeto de Lei de Educação Ambiental em Barreiras-BA.

O projeto de lei foi elaborado pelo Instituto Bioeste e encaminhado para o presidente da Comisão de Meio Ambiente, Daniel Elias Fernandes.

O projeto segue a partir de agora para apreciação das Comissões de Constituição, Justiça e Redação Final,   Direitos Humanos e Defesa do consumidor, Meio Ambiente, e por fim Educação e Saúde.

Exposição fotográfica: A recriação do olhar sobre o Cerrado baiano estreia em Salvador

De 14 a 18 de setembro os soteropolitanos poderão conferir as belezas e principais ameaças ao Cerrado do oeste baiano

                                                                                                                                                 Imagens: Adriano Gambarini

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Mostra itinerante sobre o Cerrado do extremo oeste da Bahia terá início pela capital baiana, entre os dias 14 e 18 de setembro. A exposição fotográfica: A recriação do olhar sobre o Cerrado baiano estará na Praça Castro Alves e depois seguirá para Camaçari. A partir do dia 06 de outubro chegará ao oeste da Bahia iniciando por Barreiras, depois seguidamente: São Desidério, Luis Eduardo, Santa Rita e Formosa, para depois seguir viagem até São Paulo.

Em entrevista ao Fala Cerrado, o jornalista e curador da exposição, Hebert Regis, revela como surgiu a ideia dessa exposição, de quem são as imagens que estarão expostas e muito mais sobre o projeto.

E ainda o Fique por Dentro traz a cidade de Paratinga e a Seção Cerrado fala do saboroso cajuí. Nas Dicas de Sustentabilidade, um acessório que esta invadindo as ruas dos grandes centros, as ecobags.

Tema: Abertura da Exposição Fotográfica

Entrevista: Hebert Regis, coordenador de Comunicação do Bioeste e curador da mostra fotográfica

Data: 04/09/10

Link: http://www.4shared.com/audio/WLkyIgpJ/PROGRAMA_SOBRE_ABERTURA_DA_EXP.html

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Barbatimão na medicina

barbatimão 1 O barbatimão é da família das leguminosas-mimosoídeas. O tronco de um exemplar adulto pode chegar a 25 centímetros de diâmetro. As sementes devem ser semeadas logo depois de colhidas, sendo a taxa de germinação baixa, ou seja, é preciso semear várias sementes para obter uma única muda. No barbatimão, as folhas novas nascem vermelhas e vão trocando gradativamente de cor até chegar ao verde.

Pesquisadores brasileiros confirmam que esta árvore é capaz de matar bactérias, brecar inflamações e acelerar a cicatrização. É empregada no tratamento de gonorréia, hérnia, feridas hemorrágicas, diarréias, gastrite, dores de garganta e hemorróidas.                                                       

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Foram os índios que perceberam o potencial da casca dessa árvore. Não para comer, seu gosto, assim como o de uma banana verde, dá aquela sensação desagradável de amarrar a boca. Daí o nome yba timó, na língua indígena é sinônimo de "árvore que aperta". Foi essa mesma adstringência que tornou a planta um item indispensável do kit de primeiros socorros dos pajés. O que os índios sabiam há tempos hoje está comprovado por pesquisas brasileiras: o barbatimão é um excelente cicatrizante e um poderoso agente contra bactérias, inflamações e até úlceras. Um estudo, feito na Universidade Federal de Pernambuco, também demonstrou que a planta pode reparar o tecido danificado. Essa propriedade se deve aos taninos presente na casca desta planta. Por serem adstringentes, eles eliminam a água de dentro das células, provocando uma contração das fibras. Isso facilita a cicatrização e diminui as hemorragias.

Apesar de a planta ser mais conhecida na medicina popular, ela possui outras utilidades também muito importantes. Por possuir um porte arbóreo e um cerne resistente, o barbatimão é utilizado na construção civil. A casca é importante como fonte de tanino, uma substância empregada no curtume de couros e no artesanato. Da cinza da madeira extrai-se a decoada, uma substância escura que substitui a soda cáustica na fabricação de sabão caseiro.

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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Sabor e aroma

jenipapo 1 O jenipapo é encontrado em cerrado, cerradão, mata de galeria e mata seca. É uma árvore ereta, ramificada, frondosa, com seis a oito metros de altura por quatro a seis metros de diâmetro de copa. Suas flores são branco-amareladas. O fruto é uma baga ovóide, de cor marrom, com seis a dez centímetros de comprimento por quatro a sete centímetros de diâmetro e peso de 90 a 180 gramas. A polpa é também marrom, sucosa, aromática, com 120 a 160 sementes no centro. As sementes são pardas, chatas e polidas, viáveis para semear até 90 dias depois de retiradas do fruto.

Seu fruto comestível ao natural é também empregado no preparo de compota, doce cristalizado, refresco, suco, polpa, xarope, licor, vinho, álcool, vinagre, aguardente. Proporciona o típico e apreciado licor de jenipapo nas festas juninas.

Na medicina caseira o chá das raízes é usado como purgativo, as sementes esmagadas como vomitório, chá das folhas como antidiarréico, fruto verde ralado para asmáticos, suco do fruto maduro é tônico para estômago, diurético e desobstruinte.

É usado em reflorestamento, formação de cercas vivas e alamedas. A madeira de cor branca é mole, flexível, racha com facilidade, recebe bem o verniz e tem longa duração. É empregada em construção naval e em construção civil, em marcenaria de luxo, entre outros usos.

As plantas oriundas de sementes atingirão a maturidade por volta de oito a dez anos de idade, quando estarão aptas para frutificarem. O jenipapeiro é propagado por sementes.

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terça-feira, 24 de agosto de 2010

VI Seminário do Cerrado é tema do Fala Cerrado

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Evento, que começa no dia 08 de setembro, será norteado pelas comemorações do o Ano da Biodiversidade instituído pela Organização das Nações Unidas. Fala cerrado traz entrevista com a bióloga Aryanne Amaral, do Bioeste, que fala sobre a organização evento.

O Instituto Bioeste, em parceria com a agência 10envolvimento, Secretaria Municipal de Educação de Barreiras e Universidade Estadual da Bahia – UNEB promovem o VI Seminário do Cerrado entre os dias 08 e 11 de setembro no Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho.

A ONU instituiu 2010 como o Ano da Biodiversidade e como dia 11 de setembro é o dia Nacional do Cerrado, o VI Seminário do Cerrado será um espaço para divulgação de algumas práticas pela preservação e conservação da biodiversidade do Cerrado. No evento serão realizadas palestras, mesas redondas, mini-cursos, apresentação de trabalhos científicos. O encerramento ficará por conta de atividades artísticas e culturais.

O Fala cerrado desta semana traz entrevista com a bióloga Aryanne Amaral, do bioeste, que fala sobre a organização do seminário do cerrado, e das expectativas para o evento. O programa traz ainda dicas de sustentabilidade para se realizar um casamento no campo, um passeio pela história de Baianópolis. Na Seção Cerrado, conheça as propriedades do jenipapo. Confira!

Tema: VI Seminário do Cerrado

Exibição: 21/08/2010

Entrevista: Organizadora do evento, bióloga do Bioeste Aryanne Amaral

Realização: Instituto Bioeste

Link: http://www.4shared.com/audio/BWpu-0vk/PROGRAMA_SOBRE_VI_SEMINRIO_DO_.html

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Saiba onde se inscrever para o VI Seminário do Cerrado

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O VI Seminário do Cerrado esta chegando, se você ainda não se inscreveu, ainda tem tempo. Você pode se inscrever no escritório do Instituto Bioeste na Rua Guadalajara, nº 83 – Centro (próximo ao Hospital Central), em horário comercial, ou na Universidade Estadual da Bahia – UNEB, pela manhã e à tarde, com os monitores do VI Seminário do Cerrado.

As inscrições para os mini cursos vão até o dia 30 de agosto, no valor de R$ 10,00 e para assistir as palestras, podem ser feita até mesmo no dia do evento, no valor também de R$ 10,00.

Não perca, será discutida a situação em que o Cerrado se encontra em relação a sua biodiversidade, divulgação de projetos e ações realizadas no bioma. Além de eventos culturais e artísticos, incluindo exposições de fotografias e artesanato.

Desvendando o mundo da Espeleologia

caverna1 Entrar em cavernas e grutas é necessário conhecimento e muita responsabilidade de quem se propões a se aventurar nesse mundo pouco conhecido. As cavernas são ambientes delicados e é preciso muita cautela ao explorá-la. São formações com milhares de anos que guardam vidas de organismos, marcas de outras vidas, que se transformaram num legado para a atualidade.

A Espeleologia é a ciência que estuda as cavernas. Une a exploração de cavernas, sua pesquisa, documentação e conservação, com técnicas de esportes de aventura, pois muitas cavernas são de difícil acesso, outras estão submersas e assim é necessário contar as técnicas esportivas.

O programa Fala Cerrado entrevistou o espeleólogo e professo da Universidade Federal da Bahia - UFBA, Leonardo Morato, que falou da ciência, dos desafios e das experiências vividas nas cavernas. E mais, conheça o algodão-do-cerrado na Seção Cerrado, no Fique por Dentro conheça a cidade conhecida pela sua tradição musical, Angical. Tem ainda Dicas de Sustentabilidade para customizar seu bom e velho jeans. Confira!

 

www.bioeste.org.brhttp://www.4shared.com/audio/OBXNl5Vn/PROGRAMA_SOBRE_ESPELEOLOGIA.html

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Inscrições prorrogadas para o VI Seminário do Cerrado

O VI Seminário do Cerrado será realizado entre os dias 08 e 11 de setembro, no Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho, em Barreiras. As inscrições foram prorrogadas, veja abaixo as novas datas e podem ser feitas no escritório do Instituto Bioeste, no valor R$ 10,00 para monitoria e R$ 10,00 para programação com palestra.

Trabalhos científicos até 13 de agosto

Monitoria até 20 de agosto

Mini cursos (data mantida - 30 de agosto)

Serão discutidas medidas para a conservação da biodiversidade do Cerrado no oeste da Bahia. Além disso, na programação inclui dez mini cursos, sete palestras e quatro mesas-redondas. Durante o evento serão debatidos temas como a regularização ambiental de imóveis rurais, educação ambiental na Bahia, e a relação entre o desenvolvimento agrícola e as populações tradicionais. Os inscritos poderão se aperfeiçoar em mini-cursos de sistemas agroflorestais, compostagem, planejamento e gestão ambiental, dentre outros.

O VI Seminário do Seminário do Cerrado será realizado numa particpação entre o Instituto Bioeste, a Secretaria Municipal de Educação de Barreiras, Agência 10envolviento, Universidade Estadual da Bahia - UNEB. A programação completa do VI Seminário do Cerrado pode ser conferida no website: www.seminariodocerrado.xpg.com.br

VI Seminário do Cerrado - Ano Internacional da Biodiversidade

Data: 08 a 11 de setembro de 2010

Local: Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho

Informações: (77) 3611-7173 ou viseminariocerrado@gmail.com

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Siga o Instituto Bioeste no Twitter e concorra a prêmios

Além de acompanhar as principais discussões ambientais do oeste baiano, e do Brasil, quem seguir o perfil www.twitter.org/bioeste pode ganhar exemplares de livros ligados à conservação da biodiversidade.

Os internautas têm até o dia 31 de agosto para seguirem o perfil do Bioeste no Twitter, e terem a chance de concorrer a dois exemplares de livros ligados a conservação da biodiversidade. Os exemplares serão sorteados entre os seguidores do Bioeste no dia 1º de setembro, às 17h. O resultado será divulgado no site www.bioeste.org.br, e no próprio twitter: www.twitter.com/bioeste.


O vencedor tem até o dia 10 de setembro para comunicar o endereço, ou vir pessoalmente ao Instituto Bioeste para receber os prêmios. Os livros a serem sorteados são: Reservas Sustentáveis – reflexões sobre a experiência brasileira, dos autores Cristina Inoue e Guilherme do Prado Lima, e a coletânea Megadiversidade – Desafios e Oportunidades para a Conservação da biodiversidade no Brasil, ambos editados pela Conservação Internacional Brasil.

Como forma de aumentar a rede de comunicação entre as instituições envolvidas com a conservação da biodiversidade, o Instituto Bioeste criou uma conta no Twitter para divulgar suas ações, atividades e as principais notícias do oeste baiano relacionadas à temática ambiental. O Bioeste é uma instituição do terceiro setor, classificada como OSCIP, e que tem a missão de atuar na preservação da biodiversidade e do patrimônio ambiental do Oeste baiano, visando o desenvolvimento sustentável da região e a qualidade de vida da população.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Evento abre Semana do Cerrado em salvador

A Exposição Fotográfica “A Recriação do Olhar sobre o Cerrado Baiano”, que que teria início no dia 28 de julho, em Barreiras, e seguiria pelos municípios de São Desidério, Luis Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto, Santa Rita de Cássia, Salvador, Camaçari, e São Paulo, teve as suas datas adiadas.

O objetivo da mostra é sensibilizar a sociedade para a conservação do cerrado baiano, e mostrar que o desenvolvimento sustentável é possível e fundamental para o ser humano. O Instituto Bioeste e parceiros agradecem de maneira antecipada a parceria da Prefeitura Municipal para esta importante ação em prol da conservação do cerrado baiano.

A exposição terá agora abertura na semana do cerrado, comemorado no dia 11 de setembro, e depois segue a seguinte programação:

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA – NOVO CRONOGRAMA

1. Salvador – de 10 a 18 de setembro – (Semana do Cerrado)
Praça do Campo Grande

2. Camaçari – de 22 a 25 de setembro

3. Barreiras – Palácio das Artes – Praça Castro Alves – 06 a 09 de outubro
Treinamento Educativo: 05 de outubro

4. São Desidério – Cais de São Desidério - 14 a 17 de outubro
Treinamento Educativo: 13 de outubro

5. Luis Eduardo Magalhães
Assentamento Rio de Ondas – 19 de outubro
Treinamento Educativo – 20 de outubro
Centro Administrativo – 20 de outubro
Escola Amélia Gato – Bairro Santa Cruz – 21 de outubro
Praça do Coreto – 22 e 24 de outubro

6. Formosa do Rio Preto
Treinamento Educativo: 03 de novembro
Ginásio de Esportes- 04 e 05 de novembro
Praça Central – 06 de novembro
Comunidade de São Marcelo – 07 de novembro

7. Santa Rita de Cássia
Treinamento: 10 de novembro
Casa da Cultura – 11 e 12 de novembro
Parque do Povo – 13 de novembro
Comunidade do Peixe de Fora – 14 de novembro

8. São Paulo – Monsanto – de 26 de novembro a 03 de dezembro

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Abertas inscrições para VI Seminário do Cerrado

Barreiras, 20 de julho de 2010 – As inscrições para o VI Seminário do Cerrado, que será realizado entre os dias 8 e 11 de setembro, no Centro Cultural de Barreiras, já estão abertas e podem ser efetuadas no Instituto Bioeste, no valor de R$ 10 para os mini-cursos, e R$ 10 para a programação com palestras.

Organizado em comemoração à Semana do Cerrado, o seminário visa discutir medidas para conservação da biodiversidade do bioma no oeste da Bahia. Em sua 6ª edição, o tema também estará voltado para o Ano da Biodiversidade, instituído pelas Nações Unidas em 2006, que traduz numa campanha global para incentivar medidas de conservação em todo o mundo. A organização espera a participação de aproximadamente 300 pessoas.

A programação deste ano inclui 10 mini-cursos, 7 palestras, e 4 mesas-redondas. Segundo a coordenadora de áreas protegidas do Instituto Bioeste, a bióloga Aryanne Amaral, a programação discute a situação em que o Cerrado se encontra em relação à sua biodiversidade. “Também pretendemos divulgar projetos e ações ambientais realizados no cerrado da região, além de promover eventos culturais e artísticos, incluindo exposições”.

Serão discutidos temas como a regularização ambiental de imóveis rurais, educação ambiental na Bahia, e a relação entre o desenvolvimento agrícola, e as populações tradicionais. Os inscritos também poderá se aperfeiçoar em mini-cursos, como sistemas agroflorestais, compostagem, e planejamento e gestão ambiental, dentre outros.


O Instituto Bioeste, a Secretaria Municipal de Educação de Barreiras. Agência 10envolvimento e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB) integram a comissão organizadora do evento. A programação completa do VI Seminário do Cerrado pode ser conferida no website: www.seminariodocerrado.xpg.com.br.


Inscrições:
Trabalhos científicos – até 30 de julho
Monitoria – até 30 de julho
Mini-cursos – até 30 de agosto – R$ 10,00
Programação geral – até 30 de agosto – R$ 10,00

VI Seminário do Cerrado – Ano Internacional da Biodiversidade
Data: de 08 a 11 de setembro
Local: Centro Cultural de Barreiras
Informações: (77) 3611-7173 ou viseminariocerrado@gmail.com

Informações para a imprensa
Hebert Regis – Ascom Instituto Bioeste
(77) 3611 7173 /9978 0913
hebert@bioeste.org.br
www.bioeste.org.br

CONDEMA promove curso de capacitação


Como forma de melhorar a atuação do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Condema), e estruturá-lo diante da criação de uma política pública ambiental, foi realizado entre os dias 16 e 18 de julho um módulo do curso de capacitação para os conselheiros em Barreiras. O Fala Cerrado discute as principais falhas e quais os procedimentos para o funcionamento correto de um conselho de meio ambiente.

O curso teve o objetivo de reavaliar as ações do conselho, no contexto de reavaliação do sistema municipal de meio ambiente do município de Barreiras.O evento buscou ainda contemplar algumas demandas decorrentes do avanço dos municípios de Barreiras, Luis Eduardo e São Desidério para o nível três de fiscalização, o que implica necessariamente em uma maior responsabilidade e amplitude de ação das secretarias de meio ambiente e dos conselhos municipais.

O Fala Cerrado entrevista o professor adjunto da Universidade Federal da Bahia, Prudente Pereira de Almeida Neto, que falou do papel importante de um CONDEMA dentro do exercício da cidadania. O programa também traz o Fique por Dentro, sobre o município de Catolândia, no oeste da Bahia, e o quadro Dicas de Sustentabilidade sobre os mitos alimentares, além da Seção Cerrado sobre a traíra.

Tema: Conselho Municipal de Meio Ambiente
Exibição: 24/07/2010
Entrevista: Professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Prudente Pereira de Almeida Neto
Realização: Instituto Bioeste
http://www.4shared.com/audio/ritL8Bn6/PROGRAMA_SOBRE_CURSO_CONDEMA
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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Conheça o caititu


Semelhante aos porcos domésticos e javalis, o cateto ou caititu é um mamífero tímido e quieto. Porém, fica agressivo quando é incomodado. Assustado, faz um barulho que lembra o latido de um cão, arrepia os pêlos do pescoço e das costas, bate os dentes e exala forte cheiro por meio de uma glândula localizada perto da cauda. Apesar de ter o corpo parecido com o dos porcos, as patas do cateto são mais finas e longas. Sua cauda é tão fina que quase não dá para ver. Ele tem pêlos cinza-escuro, mas ao redor do pescoço há pelos brancos formando um colar. Já o focinho é alongado, o que facilita o uso para remexer o solo em busca de alimentos. Os dentes caninos formam pequenas presas bastante afiadas, mas não tão grandes como as do javali.


Os caititus andam em grupos de cinco a 15 animais. Caminham pelas trilhas em fila e separam-se apenas para procurar comida: frutos, raízes, plantas, lesmas, larvas e outros pequenos animais. O mesmo cheiro que o caititu exala quando está assustado serve para marcar território e para animais de um mesmo grupo se reconheçam. De acordo com a localidade, é fácil encontrar o caititu em atividade à noite ou em horas de temperatura amena. Ele dorme em tocas feitas em arbustos, pedras ou túneis fundos construídos sob as raízes de árvores. Costuma ter apenas uma ninhada por ano. O período de gestação dura cerca de quatro meses e as fêmeas dão à luz um ou dois filhotes. Horas depois do nascimento, os pequenos caititus já correm e seguem a mãe, que cuida dos filhotes até os três meses de idade.


Esse animal do cerrado e também de biomas como pantanal e mata atlântica, era bastante comum no brasil. Mas seu habitat começou a ser destruído e ele tornou-se alvo dos caçadores por causa de sua pele - usada na fabricação de couro - e carne. Atualmente, a espécie está ameaçada de extinção em alguns estados brasileiros.


Fonte: Revista Ciência Hoje das Crianças nº 119,